Abobado

Archive for the ‘Twitter’ tag

O velhaco cachaceiro foi à lona em Bogotá

leave a comment

O pastelão encenado no picadeiro do Circo do Planalto por Dilma Rousseff, Nelson Jobim e Celso Amorim acabou ofuscando o fiasco do palanque ambulante em Bogotá, onde fez escala na quinta-feira passada para animar um encontro entre empresários brasileiros e colombianos. Lula estava lá para discorrer sobre as relações entre os dois países. No meio da discurseira, resolveu discutir a relação com Alvaro Uribe. Foi nocauteado no primeiro assalto.

Caprichando na pose de consultor-geral do mundo, com os olhos voltados para o presidente Juan Manuel Santos, Lula cruzou a fronteira da civilidade com a desfaçatez dos inimputáveis. “Estou certo que você e a presidenta Dilma Rousseff podem fazer mais do que fizemos o presidente Uribe e eu”, começou. Pararia por aí se fosse sensato. Nunca será, confirmou a continuação do falatório: “Tínhamos uma boa relação, mas com muita desconfiança. Não confiávamos totalmente um no outro”.

Lula confia em delinquentes, cafajestes, doidos de pedra, assassinos patológicos, sociopatas, ladrões compulsivos ─ e em qualquer obscenidade cucaracha. Hugo Chávez é um bolívar-de-hospício, mas o amigo brasileiro participou até de comícios eleitorais na Venezuela. Evo Morales tungou a Petrobras e anistiou os ladrões de milhares de carros brasileiros, mas Lula tem muito apreço por um lhama-de-franja. Cristina Kirchner não perde nenhuma chance de atazanar exportadores brasileiros, mas Lula não resiste ao charme da inventora do luto de luxo. O único problema do subcontinente é Uribe.

Embora desprovido de razões para desconfianças, Lula foi permanentemente desrespeitoso ─ e frequentemente grosseiro ─ com o colombiano que também conseguiu dois mandatos nas urnas, despediu-se da presidência com 85% de aprovação nas pesquisas e transmitiu o cargo ao sucessor que escolheu. Embora sobrassem motivos para desconfiar de Lula, Uribe sempre o tratou com respeito e elegância. E suportou pacientemente, durante oito anos, as manifestações unilaterais de hostilidade.

A paciência chegou ao fim, avisou a devastadora sequência de mensagens divulgadas por Uribe no Twitter. “Lula criticava Chávez em sua ausência, mas tremia quando ele estava presente”, pegou no fígado o primeiro contragolpe. Outros três registraram que  “Lula se negou a extraditar o Padre Medina, terrorista refugiado no Brasil”, que “Lula procurou impedir que a televisão transmitisse a reunião da Unasul em Bariloche que discutiu o acordo militar entre a Colômbia e os Estados Unidos” e que “Lula jamais admitiu que os integrantes das FARC são narcoterroristas”.

O quinto contragolpe ─ “Lula fingia durante o governo que era o nosso melhor amigo” ─ não seria o último. Mas o nocaute já se consumara quando foi desferido. É compreensível que o viajante ainda estivesse grogue no dia seguinte, como comprovam a forma e o conteúdo da entrevista publicada pelo jornal O Tempo. “Sinceramente, estranhei muito a reação do companheiro Uribe, por quem tenho profundo respeito”, recuou o palanqueiro, que se negou a comentar o teor das mensagens.

“Se ele tem alguma dúvida com alguma coisa que eu disse, seria mais fácil me chamar em vez de tuitar”, queixou-se. O uso do neologismo parece ter induzido o repórter a acreditar que Lula tem intimidade com modernidades virtuais. Pretendia usar o twitter para responder a Uribe? , quis saber o jornalista. “Não, porque é preciso pensar antes de dizer as coisas, e muitas vezes no Twitter a pessoa não pensa, simplesmente escreve”, desconversou.

Como o entrevistador não replicou, pode-se deduzir que não conhece direito o entrevistado. Deveria ter-se informado com Uribe, que sabe com quem está falando. O ex-presidente colombiano sabe que Lula é do tipo que primeiro fala e depois pensa ─ se é que pensa. Sabe que Lula não escreve, em redes sociais ou num guardanapo do botequim, pela simples e boa razão de que não quis aprender a escrever.

Lula comprou a briga usando o microfone. Colidiu com a palavra escrita e acabou nocauteado pelo Twitter.

Augusto Nunes

Putaria oficializada: Funcionário publica pornografia em site do governo da Bahia

leave a comment

Putaria e pirataria em estatal baiana: Reprodução de diretório hospedado no servidor de internet do Instituto de Gestão das Águas e Clima da Bahia. O conteúdo das sacanagens foi amplamente divulgado e acessado na noite de ontem através do Twitter

Explosão de acessos após divulgação do link em rede social tirou página do ar

O site do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá), órgão do governo da Bahia extinto em maio, foi tirado do ar na tarde desta quarta-feira depois de uma enxurrada de acessos que comprometeu o funcionamento de todo o sistema online do governo baiano, administrado pela Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb).

O volume de acessos não teve relação com ataques de hackers, como os que ocorreram na semana passada contra sites oficiais em todo o Brasil. A visitação veio de internautas curiosos para acessar vídeos e fotos pornográficos, incluindo zoofilia, e arquivos musicais pirateados, publicados no diretório de um funcionário público responsável pela manutenção do site.

Descobertos por integrantes de um grupo de discussão na internet na noite de terça, os links com os arquivos, desprotegidos e acessíveis por qualquer pessoa com acesso à internet, rapidamente foram divulgados em redes sociais e causaram congestionamento no sistema do governo.

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que englobou o Ingá na reforma administrativa promovida pelo governo, admitiu nesta tarde que os arquivos foram publicados por pessoal interno, por meio de acesso ao sistema com nome de usuário e senha. O funcionário, suspeito de ser o responsável pelas publicações, foi afastado das funções e uma sindicância foi aberta para investigar a ocorrência. Veja Online

O chefe da tribo dos fernandinhos beira-mar

leave a comment

Gentalha criminosa, bandidos da pior espécie

Esses são os colaboradores da Dilma

 

alt

Interrompida a pedido dos marqueteiros de Dilma Rousseff, a discurseira beligerante de Lula já produziu estragos irreversíveis. Como o chefe debochou da agressão a José Serra, um companheiro que se identificou como Fróes concedeu-se o direito de propor no Twitter a eliminação física do candidato da oposição. Saiu de cena ao desconfiar de que fora longe demais. Não deveria ter demorado tanto: o registro da ignomínia já não pode ser apagado do blog Olho na Mira.

Numa República presidida por um chefe de facção, o aparecimento da tribo dos fernandinhos beira-mar era questão de tempo. Já estão por aí, pregando a morte de Serra enquanto desejam longa vida a Dilma Rousseff.

Augusto Nunes