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É preciso ter propostas – e princípios

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José Serra, Folha de S.Paulo

Ao longo das últimas semanas, São Paulo debateu duas propostas de futuro. Durante a campanha, nossos adversários tiveram de dividir suas atenções entre a cidade e o julgamento do STF, que colocou à vista seus métodos e práticas ilegais.

O PSDB, por outro lado, chega à reta final da eleição de cabeça erguida, confiante e certo de ter feito uma campanha limpa, comprometida com a cidade e focalizada em ideias capazes de melhorar a vida dos 11 milhões que constroem com talento e suor a grandeza paulistana.

Estudo e trabalho sempre estiveram em nosso DNA. O paulistano quer vencer com esforço, empenho e dedicação. São Paulo valoriza o mérito. Não é terra de patotas, de quem acredita que filiação partidária é o caminho mais curto para ascender. A cidade aplaude quem arregaça as mangas e ganha a vida honestamente.

Para quem acredita que é possível crescer na vida trabalhando duro e com correção, dirigimos nossas propostas. Para nós, o papel do governo não é tutelar ninguém, mas dar a quem mais precisa condições para desenvolver suas potencialidades.

Foi com esse espírito e por essas pessoas que apresentamos nossas ideias: a rede municipal de ensino técnico, o Bilhete Único de seis horas, o investimento decidido da prefeitura na expansão do metrô, a transformação de favelas em bairros pela reurbanização, o fortalecimento das parcerias entre prefeitura e organizações sociais, incluindo bons hospitais como o Albert Einstein e o Sírio-Libanês, a ampliação da carga horária do ensino fundamental para sete horas, a valorização do professor, entre tantas. Falamos muito de meio ambiente, cultura, pessoas com deficiência, esporte e lazer.

Além de propostas, para nós também é importante falar de princípios. Partidos precisam ter compromisso com a ética e com a decência. Não é slogan, é uma divisa para nortear a atividade cotidiana da política. A política existe para o bem comum. Quem entra na vida pública deve servir às pessoas, não se servir delas. Sem esse compromisso, a democracia é deturpada, virando instrumento de abusos que a comprometem.

Por isso, o tema é tão relevante. O STF foi claro: os métodos e práticas de nossos adversários de hoje são os mais deletérios e baixos da vida pública. Polícia Federal, Ministério Público e STF mostraram que o mensalão se fez com desvio de dinheiro público, compra de votos no Congresso, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha. Condenou os responsáveis à cadeia.

A quadrilha em questão, que tenta dizer o que o paulistano deve fazer com o voto, era a cúpula do governo Lula e do PT – à frente, o ex-presidente e sempre homem forte do partido José Dirceu. O mensalão e suas consequências apequenam e desmerecem a política e os eleitores. Resumem o pior da vida pública do país.

Além de fraudar a democracia – compra de votos no Congresso é um atentado grave contra o eleitor -, o mensalão teve um efeito devastador e pouco falado. O desvio de dinheiro público pela quadrilha significa que verbas que deveriam estar em hospitais, escolas, estradas, novos portos ou na agricultura foram ao bolso dos beneficiários do esquema.

O paulistano, arguto e esclarecido, sabe que com o candidato vem todo o seu partido. Partidos têm a sua maneira de encarar a política. A nossa é clara, como demonstra a história. A de nossos adversários também, como demonstram a polícia e a Justiça.

De coração leve e peito aberto, chegamos a esta votação: em paz com nosso passado, orgulhosos do presente e esperançosos do futuro. O PSDB já teve a honra de trabalhar muito pelo povo de São Paulo e do Brasil. Continuamos nos esforçando todo dia para melhorar a vida das pessoas. Temos muito ainda para conquistar juntos. O futuro nos espera.

JOSÉ SERRA, 70, é mestre e doutor em economia. Foi, no governo FHC, ministro do Planejamento (1995-1996) e da Saúde (1998-2002), além de prefeito da capital (2005-2006) e governador de São Paulo (2007-2010), candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo

Serra: Show de propostas no debate da Band!

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 19/10/2012

Ontem, foi realizado o primeiro debate deste segundo turno, pela TV Bandeirantes. E, como era esperado, Serra, de longe o mais preparado, deu um banho no concorrente, apresentando propostas e soluções concretas para fazer a cidade avançar ainda mais.

Serra mostrou seus projetos para educação, transporte, saúde, segurança, enquanto o candidato do PT se prendia a ataques incessantes, sem apresentar nenhuma proposta e mostrando total desconhecimento sobre a realidade de São Paulo.

Não vote em candidato de partido mensaleiro e corrupto. PT nunca mais!

Ensino Técnico é com Serra!

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 17/10/2012

Todo mundo sabe que ensino técnico é o ensino que vira emprego. Serra sempre tratou este assunto como prioridade. Serra governador criou 27 novas Etecs e dobrou a rede de Fatecs, auxiliando milhares de estudantes que dão seus primeiros passos no mercado de trabalho.

Assim, a capital voltou a ter ensino técnico de qualidade graças ao Serra. Com Serra prefeito isso vai melhorar ainda mais, com novas vagas e o Protec, uma bolsa em dinheiro para quem não conseguir vaga na rede municipal. Assim, São Paulo vai ter o ensino técnico que merece!

Não vote em candidato de partido mensaleiro e corrupto. PT nunca mais!

Serra ensina para o petralha Fernando Haddad a diferença entre Kit Gay e combate ao preconceito

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Serra, em entrevista ao SPTV de ontem, esclarece definitivamente sua convicção no "combate ao preconceito e a discriminação" e relembra as posições de Dilma quanto ao Kit Gay que Fernando Haddad queria distribuir para crianças das escolas públicas.

Não vote em candidato de partido mensaleiro e corrupto. PT nunca mais!

Serra: História grandiosa e muita experiência

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Programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 16/10/2012

A história de vida, as realizações e o comportamento são elementos importantes na hora de escolher o próximo prefeito de São Paulo. O passado de Serra e sua experiência mostram que ele é um prefeito à altura da grandiosidade da cidade. Ele tem a coragem e a competência necessárias para tirar projetos do papel e tornar boas ideias realidade na vida dos paulistanos, sem promessas mirabolantes e sempre com soluções inovadoras e ousadas. Por isso que todo mundo sabe: com Serra, São Paulo fica melhor!

Não vote em candidato de partido mensaleiro e corrupto. PT nunca mais!

José Serra: ‘Nós somos a turma do não mensalão’

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Tucanos fazem seu mais duro e uníssono discurso contra o PT desde o início do julgamento do mensalão e desconstroem candidatura de Fernando Haddad em lançamento do plano de governo de Serra

O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, e a cúpula da campanha tucana fizeram na noite desta segunda-feira o mais duro e uníssono discurso da oposição contra o PT desde o início do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto. Para além da candidatura do petista Fernando Haddad, as críticas miravam o modelo de gestão e de busca pelo poder do PT em nível nacional. E procuravam mostrar as diferenças do candidato tucano. “Nós somos a turma do não mensalão”, resumiu José Serra em discurso a mais de 500 correligionários em uma sala de cinema alugada pela campanha na região da Avenida Paulista, para o lançamento de seu programa de governo. “São Paulo não tem de se ajoelhar nem de servir de cortina de fumaça para ninguém.”

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Em discurso inflamado, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) atribuiu o empenho do PT em ganhar as eleições em São Paulo aos planos de gente como José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil de Lula, condenado por corrupção no julgamento do mensalão. “O verdadeiro programa de governo do PT, aquele pelo qual eles farão um empenho sem limites, é aquele de que José Dirceu falou: ganhar a eleição em São Paulo”, afirmou Aloysio. “Eleição para eles é embargo de declaração. Eles querem ganhar a eleição para que o povo de São Paulo declare que eles estão limpos, que o mensalão não existiu.”

O maior escândalo de corrupção da República teve curso durante do governo Lula e consistia na compra de apoio de deputados para aprovação de projetos de interesse do governo federal. José Dirceu é apontado pela Procuradoria-Geral da República como o chefe da quadrilha do mensalão. As falas provam que a campanha de Serra está mais do que disposta a expor os vínculos Haddad-PT e PT-mensalão.

Aloysio aplicou-se ainda para desconstruir as propostas apresentadas por Haddad ainda no primeiro turno das eleições. “Percorri o calhamaço que é o programa de governo do adversário como quem atravessa um oceano com água pelas canelas. É o suprassumo do lugar comum, do politicamente correto”, afirmou o senador. “Seria melhor que ele contratasse o laranja do Celso Russomanno para fazer um ‘post scriptum’. É uma antologia de bobagens e de chuva no molhado.” No primeiro turno, Russomanno, candidato do PRB, usou o nome de um funcionário da prefeitura para assinar seu plano de governo. Aloysio Nunes comparou a obra viária do Arco do Futuro de Haddad – ampliação e construção de novas vias – ao Fura-Fila, corredor de ônibus elevado, do ex-prefeito Celso Pitta.

A inexperiência e a falta de conhecimento sobre a cidade de Fernando Haddad foram pontos que perpassaram os discursos dos aliados de Serra, entre eles o prefeito Gilberto Kassab (PSD) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Serra não é um candidato improvisado. Ele conhece São Paulo”, afirmou Alckmin. O ex-governador Alberto Goldman disse que a cidade não quer no comando alguém sustentado por “muletas”. “Prefeito não pode vir aqui para fazer estágio nem usar a cidade para uma experiência. Não queremos um estagiário”, disse Goldman.

Programa de governo

As propostas de José Serra foram compiladas em um livro de setenta páginas com as contribuições de mais de 2.000 pessoas. O trabalho foi coordenado pelo administrador e engenheiro Hubert Alquéres e subdividido em quinze grandes áreas. O primeiro capítulo do material é dedicado a lembrar conquistas de Serra e de Kassab à frente da prefeitura e a jogar luz sobre os objetivos para os próximos anos, caso o tucano seja eleito. Entre as novidades do programa está a bolsa-creche, um auxílio para as mães carentes que aguardam vaga para seus filhos em creches da prefeitura.

Veja Online

Serra prefeito: Começa a arrancada final rumo à vitória!

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 15/10/2012

São Paulo inteira quer Serra: contrariando os institutos de pesquisas, Serra foi o grande vitorioso do 1º turno, com quase 1,9 milhão de votos! O candidato tem o apoio de 31 dos 55 vereadores eleitos e de 11 partidos, incluindo o PTB de D’Urso, vice de Russomanno; do PDT, de Paulinho da Força; e do PPS, de Soninha Francine.

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Serra diz que petralhas querem usar eleição para abafar mensalão

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O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou na tarde desta segunda-feira, que o PT quer usar as eleições municipais para "abafar" a repercussão do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) – suposta compra de votos de parlamentares no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O PT vai querer usar essa eleição para abafar a questão do mensalão. Isso é muito claro", afirmou o tucano, que disputa o segundo turno das eleições municipais paulistanas com o petista Fernando Haddad.

O candidato do PSDB disse ainda que o tema do mensalão deve fazer parte do segundo turno da campanha. "O mensalão está presente nos noticiários, no rádio, na televisão, no dia a dia e nos debates. Por que haveria de estar fora de uma campanha?", questionou. "De forma nenhuma", concluiu.

Em passeata realizada na Vila Formosa, na zona leste da capital paulista, o tucano visitou o comércio da região e cumprimentou eleitores. Questionado se a visita à zona leste fazia parte de alguma estratégia para angariar votos na região, Serra negou e justificou sua ida dizendo que almoçou na casa de uma tia que reside próximo. "É só porque era aniversário da minha tia que mora na Mooca, e aqui era mais perto. Não tem estratégia", explicou.

José Serra afirmou também que pretende fazer a campanha do segundo turno ressaltando o debate de ideias, e discutindo a biografia de cada candidato e o grupo ao qual ele está ligado, destacando que é preciso analisar o grupo que anda junto de um candidato.

Indecisos

Serra falou também que os cerca de 20% de eleitores que se abstiveram nesta eleição na capital devem estar no foco de atenção do PSDB neste segundo turno. "É muita gente, mais de 1,5 milhão de pessoas, sem contar os que votaram em outros candidatos", afirmou. Questionado sobre a atuação do PT na periferia, Serra minimizou, ironizando: "Eles (petistas) têm muita saliva, constroem creches com saliva, unidades de saúde com saliva. Nós construímos com tijolo, cimento e recursos humanos."

Estadão Online

Com Serra prefeito, São Paulo fica melhor!

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo

Para administrar uma cidade do tamanho de São Paulo, é preciso ter experiência e muita vontade de realizar. Serra tem essas qualidades de sobra e o paulistano sabe disso. Por isso São Paulo quer Serra: é um homem corajoso, com passado limpo e toda uma história de vida a serviço daqueles que mais precisam.

Malafaia declara apoio a Serra

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Líder evangélico atacou Haddad por elaboração de ‘kit gay’ como material didático

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, declarou apoio ao candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, José Serra. Ele justificou sua posição com críticas ao petista Fernando Haddad, que é atacado por grupos evangélicos pela criação do ‘kit gay’ – material didático de combate à homofobia elaborado a pedido do Ministério da Educação durante a gestão de Haddad.

"Povo de São Paulo! Gostaria de me omitir nesta eleição, mas não podemos deixar que Haddad, autor do kit gay, vá para o 2º turno. Vote em Serra!", escreveu o pastor, no Twitter.

Malafaia é um dos principais críticos da união de casais homossexuais no segmento evangélico. Ele também ataca com frequência a elaboração do "kit gay" e responsabiliza diretamente Haddad pela criação do material. Em abril, ele havia dito ao Estado que se manteria neutro no 1.º turno, mas adiantou que faria campanha contra o petista caso ele avançasse na disputa.

No 2.º turno da eleição presidencial de 2010, Malafaia havia declarado apoio a Serra contra Dilma Rousseff (PT), em meio a uma polêmica sobre o direito ao aborto que influenciou a disputa.

Malafaia tem atuação religiosa no Rio, mas sua influência se estende a alas da Assembleia de Deus em São Paulo. Na eleição carioca, o pastor declarou apoio à reeleição do prefeito Eduardo Paes (PMDB).

Estadão Online