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Aécio presidente – Programa de TV – 21/08/2014

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agosto 21st, 2014 at 1:48 pm

Aécio presidente – Programa de TV – 19/09/2014

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agosto 19th, 2014 at 11:04 pm

Aécio anuncia seis coordenadores do programa de governo

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Tucano afirma que "descentralização, eficiência, simplicidade, confiança, transparência e inovação" serão os pilares de um governo do PSDB

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, anunciou nesta sexta-feira os nomes de coordenadores de seu programa de governo e os pilares de sua gestão, caso vença a disputa. Descentralização, eficiência, simplicidade, confiança, transparência e inovação são os termos que, segundo o tucano, expressões que resumem o que está sendo planejado para um futuro governo tucano. "É tudo que está faltando ao Brasil hoje", disse, depois de se reunir com a equipe.

Foram anunciados o poeta Affonso Romano de Sant’Anna para a cultura; a assistente social Maria do Carmo Brant de Carvalho para políticas sociais; o sociólogo Claudio Beato para segurança pública; o fundador e coordenador do grupo AfroReggae, José Junior, para juventude; a ex-secretária do Estado de São Paulo Maria Helena Guimarães de Castro para educação; e o deputado Fábio Feldman para meio ambiente e sustentabilidade. Para cumprir a lei eleitoral, Aécio apresentará as principais diretrizes do programa no início de julho e anunciou que abrirá o portal do PSDB para receber propostas da sociedade.

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Aécio disse que segurança, educação e ação social são programas que caminham juntos no combate à pobreza, no enfrentamento à criminalidade e na formulação de uma política para os jovens. "Não são apenas contribuições individuais, eles vão ouvir os setores onde atuaram", disse Aécio, que insistiu no lema da "mudança corajosa e segura que o Brasil espera", rejeitando especulações sobre retrocesso, por exemplo, nos programas sociais.

Estavam presentes na reunião também o responsável pelas propostas na área de economia, ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, e o coordenador-geral do programa de governo, ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia, candidato ao Senado.

Fraga evitou responder a perguntas específicas, como a política para reajuste da gasolina, para evitar "interpretação meio pobre". "É cedo para centrar nesse nível de detalhe, ainda mais nesse ambiente altamente populista em que qualquer coisa que se fale sai do contexto", disse o ex-presidente do Banco Central. "Estamos precisando rearrumar, reposicionar a economia para ela crescer, vamos procurar diminuir as incertezas para criar as condições para investir nas pessoas e crescer", disse Fraga.

As equipes de economia, energia, desenvolvimento e trabalho da campanha tucana serão apresentadas futuramente. A responsável pelo capítulo de políticas públicas disse que a redução total da pobreza é uma meta a ser perseguida e prometeu continuidade e aprimoramento do Bolsa Família. "É um programa exitoso, foi aperfeiçoado nos governos Lula e Dilma e não vamos jogar isso no lixo em hipótese alguma", afirmou Maria do Carmo.

Veja Online

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junho 20th, 2014 at 7:13 pm

Aécio Neves: “Pobreza no Brasil não é coisa do passado”

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O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ao lançar, nesta quarta-feira (4), o Portal Social do Brasil, disse que essa será mais uma ferramenta utilizada pelo partido para discutir com os profissionais da área social novas políticas a serem propostas aos cidadãos.

“De alguns anos para cá, assistimos lideranças políticas importantes do Brasil querendo se apropriar quase que com exclusividade da agenda social, como se fossem eles os únicos exclusivos responsáveis por algum avanço que houve no Brasil”, destacou Aécio.

E prosseguiu: “Gente que trata a pobreza no Brasil como coisa do passado e sabemos que isso não é verdade”.

“O que estamos fazendo, de forma clara e objetiva, é convidando para o debate. Com a responsabilidade e a autoridade, de quem fez as maiores e mais importantes transformações nesta área na história recente do Brasil”, reiterou o dirigente tucano.

Em pronunciamento na Comissão de Educação do Senado, Aécio Neves tratou, entre outros temas, do IDH Municipal, Nova Agenda, políticas exitosas do PSDB e o baixo investimento do governo federal em áreas essenciais, como a saúde.

Confira abaixo os trechos do discurso.

O Portal Social do Brasil é mais uma ferramenta que deverá ser utilizada pelo PSDB para discutir com o Brasil, para propor aos brasileiros, para discutir com os profissionais da área social novas políticas públicas.

De alguns para cá, assistimos lideranças políticas importantes do Brasil querendo se apropriar quase que com exclusividade da agenda social, como se fossem eles os únicos exclusivos responsáveis por algum avanço que houve no Brasil. Gente que trata a pobreza no Brasil como coisa do passado e sabemos que isso não é verdade.

O que estamos fazendo, de forma clara e objetiva, é convidando para o debate, convidando e chamando para a discussão desses temas, a sociedade brasileira. Com a responsabilidade e a autoridade, de quem fez as maiores e mais importantes transformações nesta área na história recente do Brasil.

IDH Municipal

Não é demais lembrar que, no período em que o PSDB governou o Brasil, incluído na década de 90 até o ano 2000, parcela importante desta década, cito apenas dois dados, o IDH municipal aumentou em 24%. Na década seguinte, quando o Brasil foi governado pelo PT, o IDH municipal avançou em apenas 19%.

Se formos falar do IDH da educação, no período em que o PSDB governou o Brasil, teve um crescimento de 63%. No período seguinte do PT governando o Brasil, esse crescimento foi de apenas 40%.

Nova agenda

Temos a responsabilidade e a obrigação de apresentar ao Brasil uma nova agenda também no âmbito das políticas públicas da área social. Não vou chamar o debate aqueles que estão no campo que governa o Brasil na questão econômica. Seria quase que uma covardia. Até porque os principais pilares da construção, da solidez da economia brasileira, da retomada de sua credibilidade vieram como consequência da ação do PSDB. Vamos discutir a partir de hoje, com muita clareza, as políticas do campo social.

Este não é um portal apenas para consulta dos nossos companheiros. O que estamos fazendo aqui é compartilhando públicas de sucesso do PSDB em âmbito municipal e estadual. Políticas públicas que poderão, através deste portal, acessar estas experiências e, se tiver interesse, poderá agendar uma conversa com técnicos que acompanham o programa ou uma visita ao estado ou ao município em que o projeto está implementado.

Políticas exitosas do PSDB

É uma forma de darmos vida ao partido. Permitirmos que os companheiros do Sul conheça as experiências exitosas do Norte e vice-versa. Do Leste para o Oeste do país. E sempre buscando facilitar o acesso a estas informações.

Política muitas vezes é copiar o que deu certo e aprimorar, adaptar à realidade da sua região, do ambiente em que você vive. Se pudermos disponibilizar essas experiências com os seus resultados, com os caminhos novos que outros já percorreram, estamos ajudando que o governante ganhe tempo e apresente, obviamente, resultados melhores para aqueles que administram. Quem sabe, criando também uma identidade maior entre os nossos programas Brasil afora.

Temos experiências, as mais exitosas, temos programas extremamente qualificados, mas não conseguimos dar a eles até aqui a identidade que esses programas precisariam ter.

Encerro essas minhas palavras para mostrar a importância disso, e dizer o quanto o Brasil precisa de políticas sociais, não do marketing, não apenas de ampliação de benefícios, mas na busca de resultados e na avaliação de resultados.

Temos ainda cerca de 17 milhões de analfabetos no Brasil. Temos em todos os indicadores mais confiáveis internacionais uma suposição vexatória no que diz respeito a indicadores, por exemplo, de educação, de saúde, infraestrutura. Recentemente, o ultimo piso em 65 países coloca no quinquagésimo terceiro lugar.

Baixo investimento do governo federal

Há pouca solidariedade do governo federal, por exemplo, nos investimentos de saúde, onde há dez anos atrás o governo participava com 56%. Hoje participa com 44%. Mostra a necessidade de nós termos uma nova agenda. Ousada agenda para o futuro, e esse portal, essa disponibilidade que nós estamos permitindo que seja dada a todos os nossos companheiros e, obviamente, a simpatizantes, a parceiros de outras legendas, ou sem legendas. Acho que permite a inauguração de uma nova fase nesse novo PSDB que nós precisamos construir.

O PSDB é responsável na condução da economia ágil e eficiente na gestão do estado brasileiro em todos os níveis, os exemplos  são múltiplos, mas é um partido que tem sensibilidade para com os problemas reais das pessoas, e não tem dúvidas,  não se omite e, ao contrário, tem coragem de discutir esses problemas com toda a sociedade.

Os debates, eu tenho certeza, serão muitos, criticas virão. Mas vamos estar muito preparados para cada uma delas. E vamos, no momento certo, apresentar ao Brasil o conjunto de novas propostas, um conjunto de portas de saída para determinados programas, um conjunto ousado de políticas que nos permitam a superação da pobreza, já que o atual governo parece contentar exclusivamente com a sua administração.

O PSDB tem a responsabilidade de discutir o Brasil em uma dimensão muito mais ampla, que tem os quadros que nós temos, o partido que tem a qualidade que nós temos, e a responsabilidade que nós temos, não pode se omitir em matéria tão relevante.

Estou muito orgulhoso do trabalho que foi feito, das contribuições de vários governos vem dando a este tema.

Em resumo é isso, temos uma nova ferramenta para ser acessada, para ser compartilhada e tenho certeza de que, dentro de muito pouco tempo, vamos mais uma vez mostrar ao país o que já sabemos: quem efetivamente cuidou do Brasil, quem mais ajudou os mais pobres e quem permitiu que esse Brasil, durante um longo período, crescesse de forma sustentável foi o PSDB. E é por isso que, para que o Brasil não veja escorrer pelos dedos muitos desses avanços é que nós, do PSDB, estamos nos preparando novamente para governar o Brasil.

Instituto Teotônio Vilela

Anastasia anuncia que terá menos 6 pastas e economia de R$ 1,1 bi

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Governo de Minas Gerais passará a ter 17 pastas no primeiro escalão; gastos em benefícios de servidores também serão cortados

O governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou na tarde desta quarta-feira uma reestruturação administrativa da máquina pública do estado de Minas Gerais. Entre as medidas, está prevista a redução de 23 para 17 as secretarias do primeiro escalão. Com isso e outros cortes de gasto, o governador calcula que economizará, até o final do seu mandato (dezembro de 2014), R$ 1,1 bilhão.

Anastasia vai fundir a Secretaria de Trabalho com a de Desenvolvimento Social, que passará a denominar-se Secretaria de Trabalho e Promoção Social; além da Secretaria de Esportes com a Secretaria de Turismo e a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo.

A Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária será ainda fundida com a Secretaria de Agricultura; a Secretaria de Gestão Metropolitana e a Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política Urbana serão incorporadas a uma só pasta; e a Secretaria de Coordenação de Investimento Estratégicos será transformada em assessoria especial da governadoria.

O pacote de redução de gastos inclui ainda a extinção de duas autarquias da administração direta: o Departamento Estadual de Telecomunicações de Minas Gerais (Detel-MG) e a Administração dos Estádios de Minas Gerais (ADEMG). Essas duas estruturas vão ser absorvidas pela fundação TV Minas e pela secretaria que será formada pelas pastas de Esporte, Turismo e Copa do Mundo.

Anastasia anunciou o corte de 52 cargos de alto escalão da administração direta do estado. O governador reduziu ainda 20% do total dos cargos comissionados (por indicação política). Entretanto, do total de cargos de indicação, 70% são ocupados por servidores concursados.

O tucano também anunciou que o estado não vai mais pagar viagens nacionais e internacionais para todos os servidores da administração direta, excluindo-se os funcionários das áreas de segurança, educação e saúde. Ele suspendeu ainda o custeio para a participação de servidores em cursos, congressos e seminários, além de proibir contratação de serviços de consultorias.

Anastasia restringiu ainda a utilização de veículos oficiais. O governo terá 127 carros a menos em sua frota. Eventos com contratação de buffet também estão vetados.

O governo também reduziu em 50% o limite de uso do celular corporativo do estado.

O Globo Online

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julho 31st, 2013 at 8:31 pm

Conversa com os Brasileiros

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Programa do PSDB – 30/05/13

Em seus dez minutos de duração, o programa partidário em rede nacional mostra o modo de governar do PSDB, cuidando das pessoas e fazendo bom uso do dinheiro público. Quem faz a apresentação é o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves, e cidadãos comuns, beneficiados por ações das administrações tucanas.

Inserções abordam portas de saída para o Bolsa Família

Como narrador do programa semestral de dez minutos do PSDB, o presidente nacional do partido e pré-candidato a presidente Aécio Neves (MG) volta nesta quinta-feira em horário nobre de rádio e TV ao lado do ex-governador José Serra, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. De olho em 2014 e empenhados no projeto do partido de voltar ao poder central do país, os tucanos vão abordar os programas que deram origem ao Bolsa Família e conquistas dos governos do PSDB na área de Educação e no combate à inflação. Protagonista das inserções, que continuam no ar até o sánhado, Aécio fez questão de dar espaço no grande programa a José Serra, que será mostrado discursando na convenção nacional do último dia 18, sobre a busca da convergência não só do PSDB, mas de todas as forças da oposição para derrotar o PT.

“Vou mostrar para vocês o jeito do PSDB cuidar das pessoas”, diz Aécio, abrindo o programa que exibe pessoas simples falando do resultado de programas bem-sucedidos em várias cidades, inclusive Diamantina, reduto do senador mineiro. Em São João Del Rei, sua terra natal, Aécio aparece contando um pouco de sua história, que remete ao avô Tancredo Neves.

O programa, feito pelo publicitário Renato Pereira, sofreu ajustes de última hora para atualizar alguns temas. Quando a polêmica em torno dos pagamentos antecipados do Bolsa Família é abordada, Aécio fala da necessidade de portas de saída para os beneficiários, para que não fiquem tão dependentes: “não pode ser o objetivo de um pai deixar de herança para um filho um cartão do Bolsa Família”.

O pré-candidato tucano também abordará a importância da parceria do governo com o setor privado para o Brasil avançar nas áreas de infraestrutura: “O setor privado não é inimigo, é parceiro”.

Como nas inserções que já estão no ar desde semana passada, o programa é dirigido às classes C e D, com linguagem simples e direta. No contraponto com o PT, em vez de Lula e Dilma, que falam dos programas do partido, será mostrado o cidadão comum falando de como sua vida foi impactada com programas de gestões tucanas nos estados.

O programa vai tentar reforçar o vínculo do público com Aécio, já que as pesquisas feitas mostram que as pessoas não se identificam muito com os partidos, mas com as pessoas. Ele é conhecido praticamente só no Centro-Sul do país, depois de dois mandatos como governador de Minas. Para tentar evitar o distanciamento, ele sempre aparece sem terno, de camisa branca, e, muitas vezes, conversando com pessoas comuns.

Respostas dos jovens

Segundo a assessoria do PSDB, os grupos testados em pesquisas qualitativas mostraram uma grande empatia por Aécio mesmo entre os que não o conheciam. E essa empatia é bem explorada no programa.

A propaganda partidária do PSDB evita explorar a miséria e a pobreza, como nos programas do PT, dizem os tucanos envolvidos no projeto. Vão ser mostradas pessoas simples, mas estruturadas, trabalhando. Nas pesquisas feitas para orientar os publicitários do PSDB, principalmente os jovens mostraram grande interesse em alternativas e portas de saída para os programas assistenciais. Por isso haverá um enfoque forte em programas de emancipação dos beneficiários de bolsas.

Vai haver um foco grande também no sucesso dos programas de Educação nas gestões do PSDB. Especificamente em Minas Gerais, que, segundo os tucanos, apresenta o melhor resultado de ensino fundamental do país, de acordo com dados do Ideb.

Com informações de O Globo Online

São Paulo: Governo anuncia contratação recorde para Polícia Civil e Científica do Estado

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Reforço do efetivo faz parte de conjunto de ações estratégicas do programa São Paulo Contra o Crime

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta quarta-feira, 22, a abertura de concurso para contratação recorde de mais de 2.800 servidores para trabalhar na Polícia Civil e um projeto de lei para a criação de 1.865 cargos para a Polícia Científica do Estado. A ação faz parte do programa São Paulo Contra o Crime, que prevê, além das contratações, a criação do Deinter 10 e um convênio com o Instituto Sou da Paz para melhorar a gestão policial. "Faremos uma verdadeira revolução, com aumento de 60% nos recursos humanos da Polícia Técnico-Científica", afirmou Alckmin.

De acordo com o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, serão 129 vagas de delegados, 1.075 de escrivães, 1.384 de investigadores e 217 de agentes policiais. Já na Polícia Técnico-Científica, um projeto de lei amplia o quadro de servidores, criando 1.865 cargos entre peritos, médicos legista, administrativo e auxiliares. O custo da medida será de R$ 170 milhões por ano.

"Essas ações têm vias administrativas de estrutura, basicamente com reforço de recursos humanos, especialmente na Polícia Civil e na Polícia Técnico-Científica, mas mais do que isso, em termos principais, uma ação que é inédita para nós em São Paulo", explicou o secretário.

Reestruturação

Também estão inclusas nas ações estratégicas as reestruturações de dois departamentos da Polícia Civil, o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e Decade (Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas) e a alteração estrutural organizacional do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa).

Com a reestruturação, o Decade vai ampliar a Deatur (Divisão Especial de Atendimento ao Turista) com vistas à realização da Copa do Mundo em 2014. A medida também irá transferir a Delegacia de Latrocínio do DHPP para o Deic. "Nós queremos evidentemente com essas ações, que se iniciam a partir de hoje, buscar um trabalho ao longo do tempo que represente um enfrentamento maior naqueles crimes que mais impactam na segurança", afirmou Grella.

Parceria

Como parte do Programa São Paulo Contra o Crime, o Governo do Estado firmou parceria com o Instituto Sou da Paz, que desenvolverá um plano de metas para melhoria de gestão e bonificação aos policiais, a fim de reduzir os índices de criminalidade. "Queremos metas bem objetivas para atingir tanto os crimes contra a vida, homicídio, latrocínio, quanto os crimes ao patrimônio, e com o auxílio da sociedade civil", disse Alckmin.

Do Portal do Governo do Estado

Alckmin defende internação compulsória de viciados

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Segundo o governador de São Paulo, estado dispõe atualmente de 691 leitos para esse tipo de tratamento e outros 500 serão entregues em breve
 

Geraldo Alckmin: Estado ampliará número de leitos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou a defender nesta segunda-feira a internação involuntária de dependentes químicos e afirmou que o estado terá os leitos suficientes para todos aqueles que necessitem do tratamento. "Dependência química é doença, como é o apendicite, como é a pneumonia, precisa de tratamento. Você tem casos que trata uma doença no consultório, ambulatorialmente, e tem casos que você tem que internar, para isso tem hospital", disse Alckmin durante vistoria às obras de construção de um piscinão na capital paulista.

De acordo com o governador, a dependência química é um problema de saúde pública que demanda respostas do estado. "O que se deseja é dar a mão para essas pessoas, ajudar as famílias e salvar vidas. Porque tem pessoas morrendo nas ruas e porque chegam a tal ponto de desnutrição que pegam todas as doenças chamadas intercorrentes e acabam indo a óbito. São casos graves. Mas esse é um problema de saúde pública e nós não vamos nos omitir", disse. "A regra tem que ser tratamento ambulatorial. Mas não vamos desistir de casos graves. Queremos que mais de 90% (das internações) sejam (voluntárias)."

Em seu discurso, Alckmin defendeu os hospitais que tratam de doenças mentais, apesar de ressaltar que o objetivo do governo é tratar os pacientes ambulatorialmente. "Há uma tese equivocada que tem que fechar todos os hospitais de doença mental. Não é assim. A visão deve ser sempre ambulatorial", argumentou.

O governador afirmou ainda que o estado dispõe de leitos suficientes para tratar os dependentes que busquem tratamento ou que acabem internados involuntariamente. "Nós temos vagas, se houver necessidade de mais vagas, nós contratamos". Atualmente, o estado dispõe de 691 leitos para esse tipo de tratamento e, segundo Alckmin, outros 500 serão entregues em breve.

Na opinião do governador, o novo serviço que será oferecido no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) — que terá plantão de juiz, promotor, advogados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e agentes de saúde — será um incentivo àqueles que buscam tratamento. "Vai aumentar (inclusive) as internações voluntárias", concluiu o governador.

Veja Online

Um modelo inovador de gestão prisional

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Antonio Anastasia, Folha de S.Paulo

O ano de 2013 começa com uma auspiciosa e inédita notícia: inauguramos, em janeiro, em Minas Gerais, a primeira das cinco unidades do primeiro complexo penitenciário construído no Brasil por meio de parceria público-privada (PPP).

Não se trata apenas de abrir mais vagas, mas de colocar em funcionamento uma penitenciária-modelo, concebida por meio de um arranjo institucional altamente inovador. São palavras-chaves nessa legislação: trabalho e escola, ressocialização e humanização. E todas têm de ser parte do cotidiano dos presídios.

Ao custo de R$ 230 milhões, desembolsados exclusivamente pelo parceiro privado, erguemos em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um complexo que irá abrigar, ao longo de 2013, com as cinco unidades completas, 3.040 detentos, em regime fechado e semiaberto. A iniciativa coroa a política que implantamos no Estado: as vagas no sistema prisional saltaram de 5.656 para 28.603, entre 2003 e 2012, um aumento de mais de 406%.

Temos feito um esforço ciclópico para humanizar todas as cadeias, não apenas as novas. De 2010 para cá, houve um crescimento de 52,5% do número detentos trabalhando. Com esse desempenho, Minas é o Estado que, proporcionalmente à população carcerária, possui mais detentos trabalhando no país. O número de presos estudando também cresceu 9,16% no último ano.

Licitada em 2010, a PPP prisional em Minas inspirou-se no modelo inglês, que põe em relevo a oportunidade de trabalho para os presos, mas não permite que o parceiro privado lucre com ele.

Nossa PPP foi estruturada da seguinte forma: o consórcio que venceu a licitação arca com a arquitetura, a construção e a operação da penitenciária e o Estado só começa a pagar um valor per capita a partir do ingresso do detento.

Para garantir a qualidade da infraestrutura e dos serviços pactuados, esse valor só é desembolsado integralmente se o gestor privado cumprir as metas estabelecidas em um conjunto de 380 indicadores de desempenho, entre os quais o número de presos trabalhando e estudando.

São avaliadas também as assistências médica, odontológica, psicológica, social e jurídica que devem ser oferecidas, com qualidade, aos presidiários. O parceiro privado responde ainda pelos investimentos em tecnologia de ponta para monitoramento de presos.

Caberá ao Governo do Estado manter seu papel de fazer cumprir as penas, em conjunto com as demais instâncias do Judiciário. Permanece ainda com a esfera pública a responsabilidade pelo transporte dos sentenciados, a segurança externa e das muralhas e a imediata intervenção no complexo em situação de crise ou confronto.

A PPP prisional consolida duas tendências importantes do governo de Minas Gerais. A primeira é a busca pela modernização da gestão pública, sem sucumbir às armadilhas ideológicas ou às falsas dicotomias. O que se buscou foi a maneira mais eficiente de usar os recursos públicos e de alcançar os melhores resultados para os cidadãos. Assim, o projeto inaugurou uma moderna forma para implantação, operação e manutenção da infraestrutura prisional.

Em segundo lugar, a concretização da PPP prisional é parte da construção de um efetivo sistema de defesa social. Desde 2003, R$ 40,5 bilhões foram investidos em infraestrutura, equipamentos e recursos humanos. O que buscamos é uma política de segurança ancorada nas dimensões humana, estrutural e administrativa, pelo bem-estar da sociedade.

Antonio Anastasia, 51, é governador do Estado de Minas Gerais pelo PSDB

É preciso ter propostas – e princípios

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José Serra, Folha de S.Paulo

Ao longo das últimas semanas, São Paulo debateu duas propostas de futuro. Durante a campanha, nossos adversários tiveram de dividir suas atenções entre a cidade e o julgamento do STF, que colocou à vista seus métodos e práticas ilegais.

O PSDB, por outro lado, chega à reta final da eleição de cabeça erguida, confiante e certo de ter feito uma campanha limpa, comprometida com a cidade e focalizada em ideias capazes de melhorar a vida dos 11 milhões que constroem com talento e suor a grandeza paulistana.

Estudo e trabalho sempre estiveram em nosso DNA. O paulistano quer vencer com esforço, empenho e dedicação. São Paulo valoriza o mérito. Não é terra de patotas, de quem acredita que filiação partidária é o caminho mais curto para ascender. A cidade aplaude quem arregaça as mangas e ganha a vida honestamente.

Para quem acredita que é possível crescer na vida trabalhando duro e com correção, dirigimos nossas propostas. Para nós, o papel do governo não é tutelar ninguém, mas dar a quem mais precisa condições para desenvolver suas potencialidades.

Foi com esse espírito e por essas pessoas que apresentamos nossas ideias: a rede municipal de ensino técnico, o Bilhete Único de seis horas, o investimento decidido da prefeitura na expansão do metrô, a transformação de favelas em bairros pela reurbanização, o fortalecimento das parcerias entre prefeitura e organizações sociais, incluindo bons hospitais como o Albert Einstein e o Sírio-Libanês, a ampliação da carga horária do ensino fundamental para sete horas, a valorização do professor, entre tantas. Falamos muito de meio ambiente, cultura, pessoas com deficiência, esporte e lazer.

Além de propostas, para nós também é importante falar de princípios. Partidos precisam ter compromisso com a ética e com a decência. Não é slogan, é uma divisa para nortear a atividade cotidiana da política. A política existe para o bem comum. Quem entra na vida pública deve servir às pessoas, não se servir delas. Sem esse compromisso, a democracia é deturpada, virando instrumento de abusos que a comprometem.

Por isso, o tema é tão relevante. O STF foi claro: os métodos e práticas de nossos adversários de hoje são os mais deletérios e baixos da vida pública. Polícia Federal, Ministério Público e STF mostraram que o mensalão se fez com desvio de dinheiro público, compra de votos no Congresso, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha. Condenou os responsáveis à cadeia.

A quadrilha em questão, que tenta dizer o que o paulistano deve fazer com o voto, era a cúpula do governo Lula e do PT – à frente, o ex-presidente e sempre homem forte do partido José Dirceu. O mensalão e suas consequências apequenam e desmerecem a política e os eleitores. Resumem o pior da vida pública do país.

Além de fraudar a democracia – compra de votos no Congresso é um atentado grave contra o eleitor -, o mensalão teve um efeito devastador e pouco falado. O desvio de dinheiro público pela quadrilha significa que verbas que deveriam estar em hospitais, escolas, estradas, novos portos ou na agricultura foram ao bolso dos beneficiários do esquema.

O paulistano, arguto e esclarecido, sabe que com o candidato vem todo o seu partido. Partidos têm a sua maneira de encarar a política. A nossa é clara, como demonstra a história. A de nossos adversários também, como demonstram a polícia e a Justiça.

De coração leve e peito aberto, chegamos a esta votação: em paz com nosso passado, orgulhosos do presente e esperançosos do futuro. O PSDB já teve a honra de trabalhar muito pelo povo de São Paulo e do Brasil. Continuamos nos esforçando todo dia para melhorar a vida das pessoas. Temos muito ainda para conquistar juntos. O futuro nos espera.

JOSÉ SERRA, 70, é mestre e doutor em economia. Foi, no governo FHC, ministro do Planejamento (1995-1996) e da Saúde (1998-2002), além de prefeito da capital (2005-2006) e governador de São Paulo (2007-2010), candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo