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O PT já era – Com recepção fria, Dilma recicla propostas para o setor agrícola. Aécio foi aplaudido de pé

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Presidente sequer usou todo o tempo destinado a sua apresentação. Sabatina evidenciou desgaste da petista com empresários do agronegócio

A participação da presidente Dilma Rousseff na sabatina organizada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nesta quarta-feira, em Brasília, expôs o desgaste dela com o setor. Dilma teve uma recepção fria da plateia de empresários do ramo agrícola e nem mesmo usou todo o tempo destinado a sua apresentação.

A petista foi a terceira e última candidata a falar. Eduardo Campos (PSB), o primeiro, foi aplaudido por quinze vezes. Aécio Neves (PSDB), ainda mais — e de pé, no fim de sua fala. Dilma ouviu apenas cinco aplausos. Ela nem mesmo preencheu os 30 minutos destinados a sua exposição inicial: acabou seu discurso, lido, quando faltavam mais de sete minutos para o fim do tempo. E, mesmo informada de que poderia continuar sua apresentação optou pelo início da fase de perguntas.

Nessa etapa, novamente, Dilma parecia não ter muito o que dizer. Em um dos casos, a apresentadora que conduzia a sabatina avisou: "A senhora ainda tem três minutos e 41 segundos". Dilma respondeu: "Mais do que isso eu não tenho o que falar não, viu?". Depois, acabou improvisando um complemento à resposta. Dilma apresentou um apanhado das realizações e promessas de seu governo para o setor. Mencionou o aumento do crédito agrícola e as obras de logística, como a construção de 2.000 quilômetros de ferrovias. Disse que herdou um passivo tão grande que é impossível extinguir em quatro anos. A presidente também afirmou que a BR-163, o principal eixo de escoamento da soja no país, "está sendo duplicada em toda sua extensão", o que não é verdade. As obras incluem um pequeno trecho da estrada, que tem uma parte considerável onde nem mesmo o asfalto chegou.

Na categoria das promessas reeditadas, está a de licitar a construção de 900 quilômetros da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), de Lucas do Rio Verde (MT) a Campinorte (GO). O início das obras era um compromisso do primeiro mandato, mas não aconteceu. A presidente falou pouco de ideias para um segundo mandato. Uma delas é a aproximação com a CNA: "Proponho a criação sistemática de um diálogo permanente, um grupo ou uma mesa de diálogo com a CNA para aprofundar o debate em torno das propostas que nos foram apresentadas", disse ela. Dilma também admitiu fragilidades: "Eu assumo aqui o compromisso de melhorar nossa defesa agropecuária. Ela está aquém da necessidade do país", afirmou.

A candidata à reeleição levou o vice, Michel Temer, e seis ministros à sabatina. Quando esteve na CNI, na semana passada, ela estava acompanhada de sete ministros. Isso motivou o PSDB a apresentar uma representação à Justiça Eleitoral. A presidente também concedeu uma entrevista coletiva depois da sabatina. Confrontada com as críticas feitas pelos adversários sobre a tímida reforma agrária de seu governo, ela recorreu ao expediente de somar os números de seu governo com os de Luiz Inácio Lula da Silva: "Nós fizemos a maior reforma agrária do Brasil", afirmou.

Veja Online

A surra de Kátia Abreu no safado Carlos Lupi em comissão no Senado

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Minc volta a criticar produtores rurais

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Minc na Câmara: Não podemos jogar a agricultura familiar nos nos braços da minha querida amiga Kátia Abreu

Pouco depois de dizer que queria se encontrar com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) e que a ecologia e a agricultura precisam se entender, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, voltou a carga contra os produtores rurais nesta tarde. "Podem ameaçar, mas não vão transformar nossos biomas em latifúndio, em monocultura. Não vamos deixar essa turminha destruir nossos biomas", disse o ministro a uma plateia de funcionários do Instituto Nacional do Meio Ambiente (Ibama), durante evento na sede do órgão em comemoração à semana do Meio Ambiente.

O ministro voltou a falar também da senadora Kátia Abreu, que é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Segundo ele, o Ibama tem de dar um tratamento diferenciado aos pequenos produtores rurais para que eles não se aproximem dos grandes produtores. "Não podemos jogar a agricultura familiar nos braços dos grandes produtores, nos braços da minha querida amiga Kátia Abreu, porque eles usam os pequenos como massa de manobra para passar o rodo na legislação ambiental e para renegociar dívidas milionárias", disse. Estadão Online

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junho 4th, 2009 at 4:59 pm

Opinião no Estadão: Desmatamento, não Produção, sim

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Kátia Abreu: ‘É hora de quebrar o monopólio usurpado por um grupo de falsos anjos da natureza’ 

Kátia Abreu

Um estatuto ambiental equilibrado, eficiente e prático é indispensável à segurança jurídica da atividade agropecuária e à sua própria responsabilização perante a sociedade. Tal segurança e responsabilização, porém, tornam-se inviáveis se mantida a legislação vigente, impossível de ser cumprida, pois impede a produção de alimentos em 71% do território nacional. Isso num país onde, infelizmente, 23 milhões de pessoas ainda passam fome, segundo dados da ONU.

A saída, portanto, ao alcance de um gesto de boa vontade geral, sem ranhetices, preconceitos ou radicalismos, é buscar o consenso e a aplicação de soluções simples, como a do artigo 24 da Constituição, que estabelece a competência da União para fixar as normas gerais (e a aprovação de um novo Código Florestal moderno e vigoroso é a oportunidade perfeita para isso) e os Estados se encarregarão de aplicá-lo conforme as situações regionais específicas.

Aliás, é hora de quebrar o monopólio usurpado por um grupo de falsos anjos da natureza que pretende decidir o que pode e não pode em matéria de meio ambiente, recusando verdades científicas e laudos insuspeitos da Embrapa, referência essencial do desenvolvimento sustentado da agropecuária brasileira. A Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), que presido, dispensa quem investe no confronto e insiste no diálogo para ajudar a construir um Brasil com mais comida, meio ambiente, diversão e arte.

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Kátia Abreu é senadora (DEM-TO)

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junho 3rd, 2009 at 11:45 am

Kátia Abreu diz desprezar Carlos Minc ‘e os seus’

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Kátia Abreu responde à Minc: Meio ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) evitou comentar a afirmação feita esta noite pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, de que, se ela senadora fosse presidente da República, no lugar de criar o Bolsa-Família, instituiria o "Bolsa-Latifúndio". "Isso não merece resposta", disse ela, logo após encerrar seu pronunciamento no plenário do Senado. No final de seu discurso, no entanto, sem saber do comentário do ministro, Kátia disse que desprezava "o ministro e os seus" e afirmou que Minc "não fazia parte da sua poesia, bem como não fazia parte da poesia do Brasil". A frase foi inspirada em versos do poeta Carlos Drummond de Andrade. Estadão Online

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junho 2nd, 2009 at 9:41 pm

Minc: Se Kátia fosse presidente faria ‘Bolsa-Latifúndio’

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Carlos Minc, que chama agricultor de "vigarista", acha que é dono do Brasil. Viadinho!

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou hoje que se a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) fosse presidente da República, implantaria não o programa Bolsa-Família, e sim "o Bolsa-Latifúndio". A senadora, que é presidente da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entrou com representação na Justiça contra Minc, acusando-o de crime de responsabilidade por ter chamado os ruralistas de "vigaristas".

Em entrevista, Kátia Abreu afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deveria demitir o ministro do Meio Ambiente. "Quanto a pedir minha destituição… um pequeno problema, porque o presidente do Brasil é o presidente Lula. Se fosse ela – a Kátia Abreu -, a gente não teria o Bolsa-Família, mas a Bolsa-Latifúndio. Quanto à minha manutenção no cargo de ministro, felizmente, é o presidente Lula que resolve isso, e ele já resolveu, e fico até o fim do governo." Agência Estado

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Written by Abobado

junho 2nd, 2009 at 9:24 pm