Abobado

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Ei, ei, ei, Valmir é nosso rei

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Em novembro de 2008 publiquei um post relatando minha visita ao Valmir Martins, fazendo rápidos comentários sobre a sua força e determinação na batalha contra um câncer. Naquela época ele tava bem e falando mais do que o homem da cobra.

De lá pra cá muita coisa mudou. Deu uma recaída no coroa e quase que capotou de vez.

Mas o bicho é forte pra caramba. Deu a volta por cima novamente e está aí, forte que nem um touro (exagero, né?) e mostrando pra manezada como é que se dribla e dá goleada em situações de extrema gravidade e de difícil assimilação e aceitação.

O Mário Motta foi na casa do Valmir no dia 17/03/2010 e mandou essas imagens que agora publico, dividindo com vocês a mesma alegria e a esperança de em breve vê-lo em plena atividade e no nosso convívio diário através do chat da rádio CBN de Florianópolis.

E a grande heroína nessa luta toda, a mulher do Valmir, dona Fátima, merece também os nossos cumprimentos e uma medalha de diamante por carregar uma mala dessas por tanto tempo.

Segura as pontas, Valmir. O céu pode esperar!

Written by Abobado

março 30th, 2010 at 11:16 pm

Florianópolis 283 anos – O prefeito fala o que quer

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Clique aqui para ouvir a entrevista do prefeito Dário Berger

Segue a íntegra da entrevista que o prefeito Dário Berger concedeu ontem (23) ao apresentador Mário Motta no programa Notícias na Manhã, transmitido pela rádio CBN/Diário, por ocasião da comemoração do 283° Aniversário da Cidade de Florianópolis.

A entrevista, como bem salientou o apresentador Mário Motta, não teve o objetivo de tratar dos problemas da cidade, mas sim o de levar a mensagem do prefeito com relação aos 283 anos da Capital Catarinense. Fica para a próxima!

Sobre a moratória da Bacia do Itacorubi:

Esse projeto da moratória da Bacia do Itacorubi tem um objetivo pedagógico, ou seja, não é a moratória pela moratória, mas sim o despertar da consciência que cada um de nós tem que ter de que a cidade não pode continuar crescendo sem a infraestrutura necessária. E aí também tem o “filtro social” que nós queremos introduzir que é o Estudo de Impacto de Vizinhança que é um projeto de muita importância.

Sobre a sustentabilidade da cidade:

Nós não podemos ficar do jeito que estamos. Precisamos avançar. No conjunto geral da sustentabilidade de uma cidade nós temos que ampliar a fiscalização, temos que ter consciência da ocupação de uma forma diferente porque uma cidade não se constrói única e exclusivamente com as ações do prefeito. Uma verdadeira cidade se constrói com todos os agentes. Cada um tem a sua responsabilidade para construir a cidade dos nossos sonhos. Mas muitas vezes fazemos a nossa parte como deveríamos. Temos entraves burocráticos com outras instituições que dificultam as ações de fazer as coisas que precisamos. É evidente que a cidade também carece de estrutura, […] mas Florianópolis gradativamente vai melhorar.

Sobre o trânsito da capital:

Florianópolis ao longo da história dos seus 283 anos cresceu acima da média das cidades brasileiras, e na medida em que cresce no número de pessoas, cresce também a quantidade de problemas. Quando a infraestrutura não acompanha o crescimento da cidade em pessoas, nós acabamos por observar um distanciamento na qualidade de locomoção como acontece atualmente em Florianópolis. A verdade é que todas as cidades brasileiras, inclusive cidades internacionais… Se você vai à Paris no horário de pico não se anda; se vai em Nova Iorque também não anda. Por mais investimento que se faça (e Florianópolis é uma cidade com características próprias) só temos duas pontes para a ligação da ilha com o continente. Nós estamos estudando uma nova travessia, seja ela por uma nova ponte, seja por um túnel subterrâneo, como existe lá no Canal na Mancha [Eurotúnel]. Mas lá são 30 e poucos quilômetros de extensão e aqui seria um túnel com menos de um quilômetro se sair da Beira-Mar Norte ligando com a Beira-Mar Continental, o que provocaria uma nova alternativa, um novo eixo de deslocamento bastante importante e fundamental para que as pessoas possam se deslocar com mais tranquilidade. Alguns pontos pontuais [sic] a nossa administração acabou por realizar. Por exemplo, o elevado do Itacorubi é uma obra importante. Eu fico imaginando se a cidade não tivesse essa obra do elevado do Itacorubi a confusão que seria aquele entroncamento extremamente perigoso. Na primeira semana de abril nos vamos dar a ordem de serviço para o elevado do Rita Maria pra terminar com essas intermináveis filas de quem vem do Continente para o centro da cidade e desemboca direto na Beira-Mar; nós vamos assinar a licitação do elevado do Trevo da Seta, nós já estamos construindo a terceira pista da SC-405 e também nós vamos dar a ordem de serviço, aliás, já está em licitação a arena de multiuso que será construída em Canasvieiras. São obras importantes; são medidas importantes! Aliás, essa questão do Trevo da Seta, de acesso ao Aeroporto, isso é uma obra que começou há 20 anos e as questões ambientais acabaram por atravancar a continuidade dessa obra que foi feita em etapas e que até hoje não foi concluída. Por isso nós temos que fazer emergencialmente o elevado do Trevo da Seta porque hoje está praticamente impossível as pessoas, em horário de pico, irem para o Sul da Ilha. E aí é que vem a questão ambiental. Eu sou ecologista, eu defendo a natureza. Mas em primeiro lugar está a espécie humana; nós temos que pensar em como é que vamos resolver esses problemas [do trânsito] com o mínimo de impacto à natureza, mas que a gente desimpacte [sic] os transtornos causados pelas dificuldades de as pessoas se deslocarem até as suas propriedades.

Sobre a construção de marinas:

Nós temos que fazer uma análise geopolítica e histórica de Florianópolis. Em Balneário Camboriú, quando o [Leonardo] Pavan fez a Interpraias ele quase foi preso, algemado e deve ter algumas ações na justiça respondendo por aquela obra. Mas isso foi numa outra época. Talvez se fosse agora ele nem faria mais. Na verdade, Balneário Camboriú é um pouco diferente de Florianópolis, porque foi uma cidade dominada muito tempo pelo período autoritário, os prefeitos foram nomeados, depois vieram as oligarquias, os coronéis… Nós, verdadeiramente, democratizamos a cidade a partir do governo do Edison Andrino, porque até então os prefeitos eram todos nomeados pelo governador na época da ditadura. O que existe é uma espécie de dominação da cidade já que o sistema era “imperialista”; a cidade gravitava por uma sociedade elitizada, prova disso é que nós temos várias cidades ao mesmo tempo em Florianópolis; temos o centro da cidade, onde morava a elite, altamente desenvolvida, urbanizada e humanizada, enquanto que o interior da cidade ficava completamente abandonado e desasistido [sic]. Essa cidade foi construída desordenadamente ao longo de sua história. Houve muito exagero na ocupação do solo; nós destruímos muitas belezas naturais, muitos recantos e encantos e chegou um ponto que a sociedade foi se democratizando, se organizando e que hoje, a princípio, a pessoa não conhece o projeto, mas já é contra o projeto. Isso é resultado dessa ocupação sistêmica que aconteceu na cidade, de forma desordenada, completamente irregular, inconsequente, fruto da ganância imobiliária e que hoje nós estamos pagando um preço alto. Se você for à Canasvieiras, se você for à Ingleses (eu tenho casa em Ingleses), é um absurdo. As pessoas fizeram prédio em cima da praia. Seria necessário, na época, construir o prédio em cima da praia? Não podia dar um recuo de 50, 100, 200 metros e fazer na frente um jardim, alguma coisa que tivesse sustentabilidade, que a gente pudesse construir hoje, quem sabe, uma via de acesso como acontece em Balneário Camboriú? A cidade gravitou única e exclusivamente através da indústria da construção civil. Nós temos duas atividades econômicas importantes em Florianópolis: uma é a construção civil e a outra é o turismo. Turismo há 20 anos era de farofeiro, o cara ia com uma sacola pra praia. Hoje o turismo já começa a se qualificar com empreendimentos gerando oportunidades de emprego e renda e destacando a cidade como um pólo turístico bastante importante e interessante. E agora nós temos a indústria da tecnologia, do conhecimento, a indústria da inteligência, porque Florianópolis não pode ter indústria de chaminé. O que aconteceu sempre para gerar emprego e oportunidade e renda: indústria da construção civil. Dá-lhe construir prédio, dá-lhe construir apartamento. Não interessava e não interessa até hoje e você sabe disso [Mário Motta], você tem acompanhado, você conhece a cidade melhor do que eu; você discute os problemas da cidade muito mais do que eu aqui no dia a dia. Não interessa pro empresário da construção civil se vai ter água, se vai ter energia, se vai ter tratamento de esgoto. O negócio dele é construir prédio quanto mais alto melhor e depois a Prefeitura que se lixe. Quem é que vai dar creche, saúde pra esse pessoal; quem é que vai fazer os acessos, quem vai fazer o esgoto. Eu, inclusive, sou empresário da construção civil, mas a análise… Há que se reconhecer que a minha tese deve ser levada em consideração.

Sobre a Hora do Planeta:

Fiquei surpreso que eles [os organizadores da Hora do Planeta] estão querendo falar comigo há um mês, mas eu estou com a minha agenda na cidade. Isso me lembra aquela história do oficial de justiça querendo me citar… Eu também não posso sair correndo atrás das pessoas para entrar em contato comigo. Até hoje eles não entrarem em contato nem comigo nem com minha assessoria. Não existe nenhum impedimento de nossa parte. Vamos apagar as luzes, só não podemos apagar muito. Chega de apagão! Terça ou quarta-feira estou à disposição deles através da minha assessoria para atendê-los, pra ver o que podemos fazer.

Sobre marinas e ocupação da orla:

O problema é a insegurança jurídica. Nós estamos com o Plano de Gerenciamento Costeiro na Câmara de Vereadores desde novembro de 2007. O primeiro ponto para se construir uma marina aqui em Florianópolis será a aprovação desse plano, que representa única e exclusivamente uma tendência do que se imagina que deva ser ocupado, que tipo de equipamento deve ser feito dentro da nossa orla, dentro do nosso sistema. Este Plano de Gerenciamento Costeiro não aprova nada. Ele só dá as diretrizes básicas de ocupação da nossa orla, que é pressuposto, pré-requisito para a aprovação de qualquer projeto de marina, de trapiche ou de qualquer outro empreendimento que se queira fazer na orla. É por isso que não sai. Sai em Balneário Camboriú e não sai em Florianópolis. Esse projeto depende da aprovação dos vereadores e ficou dormindo no mandato passado inteiro na Câmara onde não tínhamos maioria e passamos muita dificuldade. A vereadora [Angela Albino] que era presidente da Comissão de Justiça acabou por engavetar esse projeto e não o trouxe à luz da discussão. O atual presidente da Câmara [Jean Loureiro] estabeleceu o projeto como prioridade. A partir daí começa a clarear a possibilidade de fazermos empreendimento turístico sustentável. Eu não me preocupo em fazer marina porque tem que ter aprovação do Ibama, da Fatma, da Floram, do povo de Florianópolis, ou seja, será uma obra fiscalizada.

Sobre o trapiche da Beira-Mar Norte:

Ali existem questões ambientais que precisam ser aprovadas novamente. E como está dentro da orla existe conflito de competência para a aprovação de qualquer trabalho naquele trapiche. Como é o Ibama que licencia, a Fatma que licencia a dificuldade permanece.

A notícia boa que eu tenho para a Beira-Mar Norte. Nós já conseguimos a licença ambiental e vamos reformular completamente a avenida. Será uma parceria com a Celesc que irá passar os cabos da subestação da Agronômica sob a ciclovia [cabo subterrâneo] e em contrapartida a Celesc vai reformular toda a orla, inclusive as calçadas serão ampliadas e remodeladas, o trapiche será reconstruído e também iremos fazer decks de madeira onde o pessoal costuma pescar. Vamos repavimentar, urbanizar, humanizar toda a orla.

Sobre o aniversário de Florianópolis:

Eu acho que nós temos muito a comemorar. A cidade passa por uma grande transformação principalmente na área da Saúde que é nítida. Na área da Educação a cidade se transformou em referência nacional com projetos como o de reuso [sic] da água. O maciço do Morro da Cruz, que é um dos grandes problemas que nós temos, está passando por uma grande transformação, urbanização, humanização com o atendimento de cerca de 25 mil pessoas que vivem ali e que estavam completamente desassistidas. Estamos fazendo o maior mutirão de saneamento da história. Quando iniciei [o mandato] tínhamos 30% de esgoto tratado; quando terminar o meu mandato quero entregar com 75, 80% de esgoto tratado; estamos fazendo os elevados, estamos investindo na operação Tapete Preto, na pavimentação de ruas, na área social. Essa grande transformação da cidade foi observada nas últimas eleições.

Sobre a revitalização dos balneários:

Quem vai a Cacupé hoje sabe muito bem como está ficando aquele bairro. O mesmo acontece com Sambaqui, Santo Antônio, Ingleses, Canasvieiras. Está tudo remodelado. No Abrão também, está tudo diferente.

Sobre a oposição:

Tem um segmento da oposição sistêmico que tende a desqualificar a nossa cidade, que é tão querida, tão atraente e adorável que todos aqueles que aqui não moram gostariam de morar. Nós que moramos aqui temos uma paixão proibida pela cidade o que faz com que ao invés de resolvermos os problemas, acabamos estabelecendo uma série de conflitos existenciais de opinião, filosófica e de posicionamento político partidário que ao invés de ajudar a cidade só atrapalha. O ideal seria que nós fizéssemos como o McCain fez com o Obama, quando declarou que tinha perdido a eleição disse o seguinte: “Até agora éramos adversários. De hoje em diante você será o meu presidente. Então eu vou lhe ajudar a implantar os programas e os projetos”. Só que aqui em Florianópolis a oposição é raivosa, é rancorosa, é difícil de a gente avançar, tem muita gente que aposta no quanto pior melhor, mas mesmo assim eu não vou perder o entusiasmo, a resistência e a insistência para continuar com os nossos projetos.

Sobre o período quando foi oposição:

Para cada ação existe uma reação. No meu entendimento Florianópolis é uma cidade que se redemocratizou um pouco mais tarde. Em função de ser uma ilha oceânica os prefeitos eram nomeados. Os políticos sofriam a opressão permanente pela resistência do poder central na mão de poucas pessoas. A oposição se torna importante desde que seja construtiva e propositiva. O que tenho sofrido aqui em Florianópolis é uma oposição destrutiva. Até hoje eu ganhei [todas] na Justiça. A questão é que a política de Florianópolis foi judicializada [sic].

Sobre processos de cassação:

Estou respondendo novamente a um processo de cassação do meu mandato. Antes de ser candidato por Florianópolis fiz uma consulta ao TRE. O Tribunal me deu os passos que eu deveria seguir, fui candidato, me elegi, fui reeleito, tinha um processo de cassação no primeiro mandato, enfim, isso gera uma insegurança na equipe, uma insatisfação geral porque isso demanda muito tempo, inclusive recursos para pagar advogados para ficar defendendo essas questões que só atrapalham a cidade.

Não sou contra a oposição e nunca reclamei de oposição. Mas tem o seguinte: faz a crítica e aponte a solução! A oposição judicializada [sic], a perseguição permanente é um negócio que deixa a gente realmente insatisfeito e é o que, nos tempos atuais, infelizmente acontece em Florianópolis. Não sei como foi antes, mas passei por muitas dificuldades. E isso não tira o meu entusiasmo. As coisas para mim nunca foram fáceis e penso que Florianópolis, nos seus 283 anos, tem muito a comemorar. Parabéns a todos nós!

Written by Abobado

março 24th, 2009 at 12:46 am

Pastor também mente. E como

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Mário Medaglia

O vice prefeito Bita Pereira e prefeito interino de Florianópolis estragou meu dia e azedou meu fim de ano com a entrevista que deu hoje pela manhã na rádio CBN aos jornalistas Mário Motta e Moacir Pereira.

Com sua conversa pastoral e sem conteúdo desfiou um monte de baboseiras sem o menor sentido, transformando aquele espaço em uma grande peça de ficção.

bita_pereira Lá pelas tantas, talvez irritado com o papo furado do vice – aliás, por onde anda o titular? – Moacir desabafou listando uma série de carências da nossa cidade, como o sistema viário, o aeroporto, o acesso ao sul da ilha, transporte coletivo deficiente, crescimento desordenado, falta de fiscalização da Prefeitura e – acrescento eu – conivência da Câmara Municipal, falta de equipamentos turísticos, como marinas, trapiches, proliferação de construções irregulares servindo de portais turísticos nas entradas de algumas de nossas principais praias.

Enfim, a lista é imensa e ainda faltou dizer que nossa cidade não tem parques e que aquele vereadorzinho de merda, o tal da “moeda verde”, acha muito natural porque “Florianópolis não tem tradição de parques”. Foi a frase mais imbecil e calhorda que ouvi de um político que deveria trabalhar pelo bem da comunidade ao invés de fazer contrabando de bebida e encher o bolso com o resultado de atividades suspeitas.

Apesar de tudo e de concordar com o desabafo do jornalista, Bita Pereira ainda achou motivos para elogiar Dário Berger e justificar os estragos feitos na cidade graças ao acúmulo de omissões, safadeza e incompetência. Exemplo recente: aquele precioso espaço após o túnel Antonieta de Barros na baía sul, que poderia abrigar um belo parque à beira mar, já esta virando um muquifo com passarelas depredadas, o mato crescendo e o aparecimento das primeiras obras que ninguém sabe sobre suas finalidades.

Voltando ao passado e por questão de justiça, é preciso lembrar também a ocupação irracional dos espaços do aterro da baía sul com camelódromos, estacionamentos, garagens de ônibus, um fedido merdódromo, e um suspeitíssimo centro de eventos. Tudo isso em substituição ao projeto do paisagista Burle Marx. Projeto que sumiu e ninguém sabe, ninguém viu. Os parques de Curitiba, São Paulo e Porto Alegre, por exemplo, não servem de inspiração para nossos legisladores e administradores porque não representam fonte de rendimento, seja econômico ou político.

E vem aí mais Dário, mais Bita, muitas promessas, mais mentiras.

Blog Batendo Forte

Comentário: Ouvi a entrevista do Bita Pereira e estava participando do chat da rádio CBN/Diário (Notícia na Manhã, com Mário Motta). Tudo o que o Mário Medaglia comenta no seu post é a pura realidade. Nada a acrescentar. Bita Pereira deveria cair na real e, ao invés de assumir seu pseudo conhecimento sobre a realidade da cidade, se recolher às suas orações, pegar uma prancha de surfe e nos livrar de suas baboseiras. Ninguém merece!

Written by Abobado

dezembro 30th, 2008 at 12:09 pm

Mário Motta conhece a Cabeçuda!

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Eu sei o que vocês devem estar pensando, mas não é nada disso.

Tive o prazer de receber hoje em minha modesta casa aqui na Cabeçuda (Laguna), a ilustre visita do Mário Motta, aquele mesmo que apresenta todos os dias o Jornal do Almoço, na RBS TV e o Notícias na Manhã, na CBN/Diário (Florianópolis).

Ele estava indo para Tubarão participar de um evento numa empresa que não lembro o nome. Eu sempre digo às pessoas que vêm em minha casa e que têm como destino o sul do estado, a partir daqui, que ao passarem da ponte da Cabeçuda tomem o maior cuidado. Passou da ponte é chute nas canelas, não tem?

Brincadeiras à parte, o Mário já havia me prometido uma visita faz muito tempo. O problema é que sempre nos desencontramos. Como a maioria de vocês sabe, vivo uma semana aqui em Laguna, outra semana no convívio de minha filha em Florianópolis. Pego essa estrada horrorosa (BR-101 não duplicada) todos os finais de semana (não raba um).

Tenho muita estima e respeito pelo Mário. Sua simpatia é contagiante e sua humildade é coisa rara. No mês de julho passado, ao lhe enviar um CD gravado por um músico tradicional aqui da Laguna (Horlando Ribeiro), mandei junto uma carta. Extraio dela o seguinte trecho:

Sou um cara feliz por ter vivido muitas histórias e conhecido muita gente. Mas uma das coisas que mais estimo atualmente é ter você não como um amigo (porque de fato não o sou), mas um companheiro. É uma coisa que a gente não consegue explicar, mas a verdade é que os nossos dias se tornam muito mais felizes e interessantes com a sua presença no microfone da rádio.

E é bem assim que eu me sinto.

Agradeço a Deus por ter me proporcionado esse momento e divido essa alegria com todos vocês.

P.S.: Aquele ali de camisa azul na imagem não sou eu. Sempre tem um penetra pra aparecer na foto.

Written by Abobado

novembro 6th, 2008 at 6:51 pm