Abobado

Archive for setembro 12th, 2012

Serra prefeito: Amor, respeito e dedicação por todos

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 12/09/2012

Hoje São Paulo tem muito orgulho da rede Lucy Montoro, criada por Serra e referência na reabilitação de movimentos, e a capital tem um número cada vez maior de ônibus acessíveis. Com Serra prefeito, São Paulo será uma cidade que respeita cada vez mais seus habitantes!

Conta de luz: O golpe petralha é ainda pior

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Não são “apenas” 7, mas sim ONZE BILHÕES de reais devidos aos consumidores. Além disso, o governo pagará (com nosso dinheiro) R$ 21 bilhões às concessionárias e quase CINCO BILHÕES para custear programas que perderão subsídio. Por fim, em vez de fazer novo leilão (buscando menor preço), as concessões de energia elétrica serão prorrogadas por TRINTA ANOS.

Publicamos no último fim de semana a informação sobre a farsa da redução da conta de luz anunciada por Dilma. O primeiro texto sobre o assunto já foi lido e compartilhado milhares de vezes, e o vídeo publicado no Youtube foi visto mais de 1 MILHÃO de vezes, isso em apenas 3 dias. Até agora, nenhum veículo da “grande imprensa” associou uma coisa à outra. O que não quer dizer que não devemos fazê-lo. É quase uma OBRIGAÇÃO nossa fazer isso.

Pois bem, hoje um veículo ligado ao “PIG” (sic) anuncia que a tal “redução” anunciada pelo governo custará, pelo menos, R$ 21 BILHÕES aos cofres públicos. Em outras palavras, PAGAREMOS PELA REDUÇÃO NA TARIFA DE LUZ. É mole? Leiam o que informa o Estadão:

BRASÍLIA – Após meses de estudos e um anúncio em rede nacional de TV e rádio, a presidente Dilma Rousseff formalizou na terça-feira, 11, a redução no preço da energia elétrica a partir de 5 de fevereiro de 2013. Os cortes nas tarifas apresentados à população na semana passada, de 16,2% para residências e até 28% para grandes indústrias, são porcentuais médios, ou seja, podem ficar acima ou abaixo disso.

Para cortar as tarifas de energia elétrica no ano que vem, o governo vai eliminar encargos setoriais, que são cobrados na conta de luz e serão eliminados a partir de 2013. Os programas e subsídios bancados por esses encargos, como o Luz para Todos, a Tarifa Social e os subsídios aos sistemas elétricos isolados da Região Norte, serão pagos agora pelo Tesouro, com custo estimado em R$ 4,6 bilhões em 2013.

Além disso, o governo terá de indenizar um grupo de empresas concessionárias de energia elétrica. O valor exato ainda não está calculado, mas os técnicos acreditam que os R$ 21 bilhões já reservados para essa finalidade serão suficientes.

A compensação será entregue às concessionárias que, no prazo de seus contratos, não conseguiram recuperar o que investiram para construir as hidrelétricas, as linhas de transmissão ou a infraestrutura de distribuição, conforme o caso. Os cálculos serão feitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para poder reduzir a conta de luz, o governo concordou em prorrogar as concessões por mais 30 anos. Pela lei, elas venceriam agora e teriam de ser novamente leiloadas. Para dar o tempo adicional, Dilma assinou uma medida provisória.

Havia a expectativa em setores do governo que, em troca da renovação dos contratos, o governo obrigasse as concessionárias a se comprometer com investimentos, cujo montante global chegaria a R$ 20 bilhões, conforme noticiou o Estado nesta terça. Essa estratégia ficou em banho-maria. Mas técnicos acreditam que os investimentos crescerão, pelo fato de as concessionárias estarem mais capitalizadas.

Íntegra aqui.

Mesmo que a claque governista tente dissociar uma coisa da outra para legitimar o “pacote de bondades” de Dilma, não terão como negar que, se por um lado o governo reduzirá as tarifas de energia elétrica, por outro terá que desembolsar pelo menos R$ 21 BILHÕES para indenizar, não os consumidores, mas as CONCESSIONÁRIAS que investiram no setor.

Relembrando, o parecer do TCU apontou erro de cálculo que resultou em cobrança indevida de todos os consumidores por 8 ANOS! Acreditava-se que esse valor estaria na casa dos R$ 7 BILHÕES, mas hoje, de acordo com cálculos da PROTESTE, esse valor estaria em torno dos R$ 11 BILHÕES.

E o pior não é isso, por lei, o governo deveria realizar novos leilões de energia para a renovação de todas as concessões. Sabem o que Dilma fez? Editou uma medida provisória suspendendo o leilão e PRORROGANDO OS CONTRATOS DAS ATUAIS CONCESSIONÁRIAS POR MAIS 30 ANOS!

É isso, não adianta reclamar. Os fatos estão expostos acima. O governo Dilma aplicou um engodo no último dia 6 de setembro ao anunciar a redução das tarifas. Pelo rumo que a coisa tomou, além de não conseguirmos recuperar o valor subtraído ao longo de 8 anos, poderemos pagar caro pela energia nos próximos 30 anos. Mesmo que isso não apareça diretamente na conta de luz.

Por Implicante

Petralhas incompetentes: Desculpa do irrevogável Mercadante sobre o ensino superior desmente o messiânico Lula e complica Haddad

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Não bastasse a inconteste vocação de muitos de seus integrantes para a corrupção, o Partido dos Trabalhadores sofre de um problema que pode ser classificado como histórico. A falta de interesse dos companheiros para combinar discursos. Como se aos governos totalitaristas não interessasse um modelo pouco eficiente de educação pública, o que mantém a massa de alienados, o ministro Aloizio Mercadante, aquele do “revogável caráter irrevogável”, tentou justificar ao seu modo os dados do relatório da relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgados na terça-feira (11).

De acordo com Mercadante, os números do Brasil relativos ao ensino superior resultam de duas décadas de estagnação econômica. O ministro alegou que o governo federal tem feito esforços para mudar esse panorama. “O Brasil está revertendo esse quadro e hoje está em plena expansão”, disse o “irrevogável” Mercadante, que como senador foi o maior fiasco político do estado de São Paulo em todos os tempos.

“Houve um compromisso estratégico e foi fortalecido, primeiro por uma decisão de governo. O fim da DRU [Desvinculação de Recursos da União] contribuiu para isso e permitiu novos instrumentos como o Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], que é muito mais amplo que o Fundef” [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério], completou o ministro.

O relatório da OCDE revela que em um grupo de 29 países, o Brasil ocupa o 23º lugar no ranking de investimentos no ensino superior. Além disso, mostra que o País investiu, em média, nessa fase do ensino, apenas 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O estudo faz um alerta sobre o baixo investimento em educação quando há a comparação com o Produto Interno Bruto (PIB). Segundo os dados do relatório, os investimentos brasileiros no ensino em geral atingiram 5,55% do PIB, enquanto a meta para os países da OCDE é 6,23%.

PT quer mandar às favas o PNE

O aumento de investimentos em educação com 10% dos recursos do PIB foi definido no Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Senado, e é defendido por organismos do setor educacional, entretanto, ainda é assunto polêmico. A medida prevê a aplicação desse montante de recursos em políticas públicas do setor em até dez anos. Mercadante ressaltou que o Congresso Nacional ainda não definiu essas regras de financiamento.

“Para praticamente dobrar os investimentos em quase uma década ou há aumento de impostos, como a criação de uma nova CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira], ou há cortes em outras áreas do Orçamento [Geral da União]. O caminho promissor que o Brasil tem é vincular todos os royalties do pré-sal e metade do fundo social do regime de partilha tanto dos municípios, quanto dos estados e da União”, argumentou.

O ministro completou: “Dessa forma, poderíamos ter metas muito mais ambiciosas no Brasil. É mais fácil partirmos o que não foi dividido do que cortar recursos já existentes como saúde e segurança pública”.

Discursos desencontrados

Enquanto Aloizio Mercadante credita o fracasso da educação pública brasileira à estagnação econômica das duas últimas décadas, o messiânico Luiz Inácio da Silva continua apresentando o fantoche Fernando Haddad, candidato petista à prefeitura paulistana, como o melhor ministro da Educação da história nacional. É nesse exato ponto que repousa a dicotomia do discurso de ambos, pois as supostas duas décadas de estagnação econômica não podem ser creditadas apenas ao antecessor de Lula, o tucano Fernando Henrique Cardoso.

Quando a cúpula do PT, espécie de reunião de herdeiros de Aladim com oráculos do Senhor, aprender a combinar os discursos, mesmo que fraudulentos, as mentiras por certo serão menos acintosas.

Ucho.info

Quer que os petralhas voltem?

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Cuidado com a nova embalagem do PT, pois lá dentro continua tudo igual, com as pessoas que você já conhece dando as cartas. É o velho PT de sempre…